Servidores de Louveira em GREVE GERAL 🛑 | Devido ao descaso da Prefeitura, categoria vai às ruas a partir de 23 de abril

Servidores de Louveira em GREVE GERAL 🛑 | Devido ao descaso da Prefeitura, categoria vai às ruas a partir de 23 de abril

Categoria aprova paralisação após três anos consecutivos sem reajuste salarial

Em assembleia realizada na última quinta, 9 de abril, no Salão do Sagrado Coração, os Servidores públicos municipais de Louveira decidiram, por ampla maioria, cruzar os braços a partir do dia 23. O movimento paredista unifica agentes de diferentes secretarias e funções, todos inconformados com o que classificam como política deliberada de desvalorização. A decisão foi tomada após longa exposição dos argumentos da diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Louveira (SINDLOUV), que escancarou números e prazos ignorados pelo Executivo local.

🗓️ PODE AGENDAR – DIA 23, A CIDADE VAI PARAR!

A paralisação total das atividades públicas municipais terá início às 7 horas do dia 23 de abril (quinta). O movimento cumpre rigorosamente o prazo legal de 72 horas de notificação prévia às autoridades.

Reajuste zero em 2026 e congelamento anterior escancaram arrocho

O estopim para a paralisação veio com a confirmação de que o Governo municipal propôs reposição salarial zero para o exercício de 2026, repetindo a mesma política aplicada no ano anterior. Em 2025, os vencimentos já haviam sido congelados, o que, somado à inflação acumulada no período, resultou em perda real significativa do poder de compra. A administração, segundo denunciam os servidores, não apresentou qualquer proposta concreta nas rodadas de negociação, limitando-se a argumentos genéricos de contenção de despesas. Diante do silêncio e do descaso, a categoria entendeu que o limite fora atingido.

Proposta insuficiente: a única oferta do Governo foi elevar o auxílio alimentação para R$ 1.000,00, proposta que foi categoricamente rejeitada em assembleia no dia 12 de março.

Apoio de Federação e Confederação fortalece movimento em nível nacional

A greve não será uma batalha isolada. O Sindlouv já articula o movimento com a Federação dos Servidores Públicos Municipais do Estado de São Paulo (Fesspmesp) e com a Confederação dos Servidores Públicos Municipais do Brasil (CSPM). Ambas as entidades oferecem respaldo jurídico, logístico e estratégico, ampliando a pressão sobre o Executivo local. A aliança com as instâncias estadual e nacional confere ao movimento maior robustez e visibilidade, além de dificultar tentativas de negociação fragmentada ou de judicialização precípua por parte da Prefeitura.

Vamos para a rua!

A orientação da diretoria do SINDLOUV é clara: todos os Servidores devem paralisar suas atividades a partir de 23 de abril. Haverá concentração em locais ainda a serem divulgados, com cronograma de atos e mobilizações progressivas. A categoria também é convocada a envolver colegas relutantes, explicando a gravidade do cenário – três anos sem reposição salarial – e a necessidade de unidade.

“Sem valorização, não há serviço público de qualidade. O Governo precisa entender que o funcionalismo é a espinha dorsal da cidade. A partir do dia 23, Louveira para para exigir respeito”, comenta nosso presidente Eli Bueno Rodrigues.

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